Separação que entende o físico
Antes de gerar a tarefa, o sistema calcula quanto custa alcançar aquele pallet: se está enterrado num drive-in, em que nível está, se a raia fica homogênea depois. Menos desenterro, menos movimentação morta.
Não num roadmap corporativo. A equipe é especializada em logística e desenhou cada tela movimentando pallet de verdade — por isso o sistema enxerga o seu armazém como ele é, do drive-in enterrado ao lote que vence semana que vem.
Engessado não é o mesmo que rigoroso. Um WMS precisa ser inflexível no que protege o seu número e ceder no que é feitio da sua operação. Quando ele inverte isso, cobra caro todo dia: retrabalho, pallet procurado no corredor errado, mercadoria vencida no fundo do drive-in.
Adaptar-se à sua operação não é abrir mão de controle — e um WMS que cede em tudo não é flexível, é frouxo. Aqui a fronteira é explícita: saldo não muda sem passar pelo ledger; contagem cega não mostra a quantidade esperada para o conferente; o isolamento entre armazéns é imposto no servidor, não na tela; e toda alteração fica na trilha de auditoria, com os valores antes e depois. Você configura o que é seu. O que sustenta o seu número não tem chave de desligar.
A equipe do AtomWMS é especializada em logística, e é exatamente por isso que o sistema nasceu dentro de um armazém em operação. Quem escreve as regras já conferiu carga, já procurou pallet no endereço errado e já fechou inventário com divergência.
É a diferença entre um WMS desenhado a partir de um documento de requisitos e um WMS desenhado a partir de um turno de trabalho.
Não é um desenho bonito do armazém: é o seu armazém, rua por rua, nível por nível, com a profundidade real do drive-in. O que está na tela é o que está no chão.
Todo mundo diz que tem IA. A diferença está em onde ela é aplicada: no que faz o operador andar menos, o estoque girar certo e o problema aparecer antes de virar prejuízo.
A Atom IA lê o estoque vivo, não um relatório de ontem. Ela consulta a operação, explica o que encontrou e — quando você confirma — executa. Nada sai do lugar sem a sua confirmação.
Antes de gerar a tarefa, o sistema calcula quanto custa alcançar aquele pallet: se está enterrado num drive-in, em que nível está, se a raia fica homogênea depois. Menos desenterro, menos movimentação morta.
Todo movimento vira registro num ledger. Precisa saber o saldo de 31 de março para o contador, a auditoria ou uma discussão com o cliente? O sistema reconstrói — não estima.
Consolide a rede numa tela sem afrouxar o isolamento de cada armazém. O total da rede é a mesma consulta da tela do CD — por construção, não pode divergir da soma.
Sem planilha paralela, sem exportar para o financeiro, sem digitar de novo no fiscal. Cada etapa registrada com trilha completa.
Agendamento de veículo, XML da NF-e importado e conferência item a item. Divergência de quantidade, avaria ou temperatura tratada na hora, com evidência.
Endereçamento dinâmico por tarefas, com regras por depositante, grupo de mercadoria, tipo de armazenamento e limite de peso do endereço.
Saldo em tempo real com rastreabilidade por lote, validade e pallet. Bloqueio, quarentena, correção e inventário cego com rodadas de contagem.
Onda de separação por zona, roteiro sequenciado no coletor, conferência de saída e carga de distribuição com cliente final.
Emissão de NF-e e DANFE, monitor de documentos na SEFAZ, certificado digital protegido e controle de vasilhames.
Contrato por depositante, serviços extras questionados na operação e extrato em PDF gerado sozinho no fechamento.
Cada cliente do armazém entra com o próprio login e consulta o estoque dele — com layout definido por você, coluna por coluna, e exportação para Excel. Ele vê o que você decidiu mostrar, e só o que é dele. Para um operador logístico, isso tira do telefone a pergunta que mais consome o dia da equipe.
São mais de cem telas em operação. Estas são as que os operadores logísticos mais perguntam se existem — e que raramente vêm no pacote.
Contagem sem mostrar o saldo esperado, com segunda e terceira rodada só no que divergiu, aprovação e regularização fiscal.
Lote nasce bloqueado até liberação, com motivos configuráveis, e a validade de temperatura é checada na entrada da cadeia de frio.
Quanto cada operador separou, em quanto tempo e com quantos erros — indicador que sai do sistema, não de apontamento manual.
Mercadoria que entra já reservada para sair, com triagem no coletor, e devolução de cliente com retorno ao estoque.
Para peso variável e produto controlado: cada caixa com o seu registro, do recebimento à nota fiscal de saída.
O sistema busca na SEFAZ as notas emitidas contra você e avisa por e-mail quando uma nota de entrada é cancelada.
Uma carga com vários pedidos e clientes finais, com shelf life por destino e roteiro de separação sequenciado.
Modelo de etiqueta ZPL e modelo de relatório configuráveis por armazém — cada cliente com o seu desenho, sem customização de código.
API REST com chave por armazém e integração pronta com o SAP Business One, lançando as notas como documento de estoque.
O sistema conduz a operação. Menos decisão improvisada no chão, mais padrão e rastreabilidade.
A emissão e a entrada de NF-e do AtomWMS seguem a NT 2025.002, com os grupos de IBS e CBS. Acompanhar a legislação é atualização de plataforma: entra para todo mundo, na mesma versão, sem orçamento de customização e sem a sua operação virando refém de um cronograma de fornecedor.
A parte cara de um WMS tradicional é tudo o que vem antes de ele funcionar. Aqui essa parte não existe: o ambiente é nosso, o navegador é seu.
Infraestrutura, backup, monitoramento e atualização por nossa conta. Nada para instalar em máquina nenhuma — só o navegador.
As telas de operação viram aplicativo instalável no coletor, com alvos de toque dimensionados para quem usa luva. Bipagem feita para o leitor: o Enter do scanner já avança, o foco já está no campo certo.
Produtos, endereços e depositantes entram por importação validada: o sistema critica a planilha inteira antes de gravar qualquer linha.
Num armazém multi-cliente, isolamento não é recurso: é obrigação contratual. No AtomWMS ele é aplicado no servidor, em toda consulta — não confiando na tela.
Uma demonstração de verdade: a gente abre o sistema com um armazém em operação, você pergunta o que quiser e testa se ele aguenta o seu caso mais difícil. Sem compromisso e sem apresentação de slides.